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DESCRIÇÃO
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A
CONCHA é inteiriça, sem furos, soldas ou emendas, sendo
injetada numa única peça, impedindo assim uma possível
ressonância provocada pela passagem do ruído. A parte interna da concha é forrada por uma espuma de poliéster, cujos desenho, densidade e porosidade foram projetados para proporcionar altos índices de atenuação. O SELO acolchoado que envolve a concha é composto de espuma poliéter com revestimento em laminado de vinil atóxico. O ARCO do Comfo 500, injetado em polímero plástico numa única peça, foi especialmente desenvolvido para resistir à deformações, mesmo após longos períodos de utilização. Além disso, permite ajuste de pressão. |
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| TIRA DE SUSTENTAÇÃO | ||||||||||
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O
Comfo 500 é fornecido com uma Tira de Sustentação
que proporciona maior conforto ao usuário quando o arco for utilizado
atrás da cabeça ou embaixo do queixo; facilitando o uso
simultâneo com outros E.P.Is. Esta Tira mantém a selagem
e impede um possível deslizamento das conchas, causado por suor
ou oleosidade da pele. |
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| ATENUAÇÃO | ||||||||||
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| INFORMAÇÕES PARA PEDIDOS | ||||||||||
Referência: |
Descrição: | |||||||||
296055 295486 |
Abafador de Ruídos Comfo 500 cinza. Abafador de Ruídos Comfo 500 preto, caixa c/ 15 pçs. |
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| Peças de Reposição | ||||||||||
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| ATENUANDO RUÍDOS COM A QUALIDADE MSA | ||||||||||
O
trabalhador que for exposto a níveis de ruídos elevados
pode ter a sua saúde comprometida, caso não esteja devidamente
protegido. Veja alguns impactos na audição que devem ser evitados: • Trauma Acústico: perda da audição, provocada por um ruído traumático. • Perda temporária da Audição: exposição a um ruído intensivo por curtos períodos. • Perda completa da audição: após prolongada e repetida exposição a um ruído intenso. Neste caso, a perda é irreparável, pois as células são destruídas. Veja algumas doenças relacionadas à perda de audição por ruído: • Zumbido: som de assobio ou chiado no ouvido. É muito comum. • Hiperacusia: audição extremamente sensível em que níveis normais de sons são dolorosos. É menos comum. • Mal de Memiere: afeta o sistema vestibular no ouvido interno, causa sintomas de doença de movimento e distúrbios de equilíbrio. A MSA oferece uma linha de protetores auriculares para proteger adequadamente o usuário, com muito conforto! Além disso, o cliente pode contar com o “Suporte Técnico MSA” sempre que precisar; seja para a colaboração na implementação do PCA (Programa de Conservação Auditiva), ou para o auxílio no treinamento de usuários. |
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| HIGIENIZAÇÃO | ||||||||||
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Antes de guardar o Protetor Auditivo, deve-se fazer uma higienização
com água morna e sabão neutro. • Abafadores com peças substituíveis, como selo e espuma, melhoram as condições de higiene para o usuário. |
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| INSPEÇÃO | ||||||||||
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Após a limpeza, deve-se fazer uma inspeção visual
no Protetor. No caso de Abafadores tipo concha, deve-se avaliar as condições
do produto, quanto à vedação oferecida pelo selo
da concha e à pressão que as conchas exercem sobre a região
ao redor da orelha. • Deve-se observar as condições das hastes, das conchas e da espuma interna. • Alguns modelos de Abafadores tipo concha da MSA possuem peças de reposição. A substituição de peças aumenta a vida útil do Abafador. |
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| MÉTODOS DE ENSAIO | ||||||||||
As
principais normas internacionais utilizadas para o ensaio de atenuação
de protetores auditivos são: • ANSI S3.19-1974 • ANSI S12.6-1984 • ANSI S12.6-1997 partes A e B • ISO 4869-1:1990 (EN-24869-1:1992) Estas normas prevêem a obtenção de valores de atenuação e desvio padrão (ambos dados em dB) dos protetores em bandas de freqüências de 1/1 oitava. Para simplificar o processo de seleção dos protetores auditivos pelo usuário, foram também criados números únicos de atenuação de ruído, calculados a partir dos valores acima referidos. Entre esses números, o mais conhecido é o NRR (“Noise Reduction Rating”), comumente chamado no Brasil de “Nível de Redução de Ruído”. Seja qual for o número único considerado, ele é apenas uma aproximação simplificadora e, portanto, seu uso deve ser feito com precaução e levando-se em conta as hipóteses utilizadas no seu cálculo. Até a criação e utilização do método B da Norma ANSI S12.6-1997, o NRR implementado para a obtenção do C.A. dos protetores auditivos era, na maior parte das vezes, o da norma ANSI S3.19-1974 [ANSI S12.6-1984], na qual os participantes do ensaio são indivíduos treinados na utilização de protetores, orientados e supervisionados na sua colocação antes da realização dos ensaios. Na norma mais atual (ANSI S12.6-1997 - parte B), os participantes do ensaio desconhecem o uso de protetores, assim como não podem ser orientados para a sua colocação, devendo apenas seguir as orientações que constam nas embalagens. Este novo método (ANSI S12.6-1997 - parte B) foi desenvolvido em virtude dos estudos mostrarem que os valores das atenuações obtidas se aproximam mais da atenuação em uso real. Para este método, o número indicativo da atenuação do ruído é o NRRsf, sendo que “sf” significa “subject fit” (colocação pelo ouvinte). Sendo assim, estes novos valores da atenuação não refletem uma alteração nos protetores auditivos, mas uma alteração na forma de se realizar os ensaios. |
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| INFORMAÇÕES TÉCNICAS | ||||||||||
| Informações adicionais do produto | ||||||||||
| Catálogo do produto | ||||||||||
RACCO
BRASIL |
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